O que cada uma resolve, quando faz sentido e o que muda na sua tributação. Você acessa agora.
Offshore, saída fiscal, trust e holding costumam aparecer na mesma conversa como se fossem alternativas. Não são. Cada uma existe para resolver uma coisa específica, e usar a errada custa caro.
As quatro não são excludentes e frequentemente convivem. A escolha depende do tamanho do patrimônio, do país de residência e do objetivo: proteção, sucessão ou tributação.
Estrutura patrimonial raramente falha de um dia para o outro. Ela vai ficando pequena enquanto o patrimônio cresce, até o dia em que alguém precisa dela. Estes são os sinais mais comuns.
O patrimônio cresceu, a titularidade não mudou. Continua tudo no nome de uma única pessoa física.
Os recursos já estão fora do Brasil, mas seguem numa conta pessoal, sem veículo que os organize.
Não existe documento dizendo o que acontece com cada ativo. Na falta dele, a regra vai ser a do inventário.
A tributação é descoberta na declaração, e não planejada antes de cada movimento.
Estrutura não se escolhe pelo nome, se escolhe pelo problema que ela resolve. Três perguntas abrem o assunto aqui embaixo, com o que cada resposta indica.
As quatro estruturas, com o que cada uma resolve e o que custa manter, estão no material completo.
O material completo e atualizado sobre as principais estruturas para patrimônio fora do Brasil: offshore, saída fiscal, trust e holding. Sem custo e sem compromisso.