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Offshore, trust, saída fiscal e holding dentro da legalidade

O que cada uma resolve, quando faz sentido e o que muda na sua tributação. Você acessa agora.

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Onde está a diferença

Quatro estruturas. Cada uma resolve um problema diferente.

Offshore, saída fiscal, trust e holding costumam aparecer na mesma conversa como se fossem alternativas. Não são. Cada uma existe para resolver uma coisa específica, e usar a errada custa caro.

As quatro não são excludentes e frequentemente convivem. A escolha depende do tamanho do patrimônio, do país de residência e do objetivo: proteção, sucessão ou tributação.

Como identificar

Quatro sinais de que a estrutura ficou menor que o patrimônio.

Estrutura patrimonial raramente falha de um dia para o outro. Ela vai ficando pequena enquanto o patrimônio cresce, até o dia em que alguém precisa dela. Estes são os sinais mais comuns.

Está tudo no seu CPF

O patrimônio cresceu, a titularidade não mudou. Continua tudo no nome de uma única pessoa física.

O dinheiro saiu, a estrutura não foi junto

Os recursos já estão fora do Brasil, mas seguem numa conta pessoal, sem veículo que os organize.

A sucessão nunca foi desenhada

Não existe documento dizendo o que acontece com cada ativo. Na falta dele, a regra vai ser a do inventário.

A conta do imposto aparece só em abril

A tributação é descoberta na declaração, e não planejada antes de cada movimento.

E ainda tem mais

As perguntas que vêm antes de qualquer estrutura.

Estrutura não se escolhe pelo nome, se escolhe pelo problema que ela resolve. Três perguntas abrem o assunto aqui embaixo, com o que cada resposta indica.

Onde você pretende morar nos próximos dez anos?
A resposta separa duas conversas que não se misturam: saída fiscal para quem vai embora, estrutura no Brasil para quem fica.
O que acontece com o patrimônio se você faltar amanhã?
Se a resposta é inventário, a sucessão ainda não foi desenhada. É onde trust e holding entram na conversa.
Quanto do seu patrimônio já está fora do Brasil?
Abaixo de certo volume, uma offshore custa mais do que organiza. O guia mostra onde costuma ficar essa linha.

As quatro estruturas, com o que cada uma resolve e o que custa manter, estão no material completo.

O guia

Planejamento Patrimonial Internacional

O material completo e atualizado sobre as principais estruturas para patrimônio fora do Brasil: offshore, saída fiscal, trust e holding. Sem custo e sem compromisso.

  • Offshore: como funciona, quando faz sentido e como estruturar em conformidade
  • Saída fiscal: o processo de saída definitiva do Brasil e o que muda na tributação
  • Trust: governança multigeracional para proteger e transmitir patrimônio
  • Holding: proteção, sucessão e separação entre pessoa física e empresa
  • O que a Lei 14.754/2023 mudou para quem tem patrimônio no exterior
  • Quando cada estrutura deixa de compensar, e o que entra no lugar
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